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Há pouco menos de uma década, quase não se falavam deles, os jogadores profissionais de esports. Hoje, ser um profissional dos games é o sonho de milhares de jovens e adolescentes que já sabem que os jogos eletrônicos não são mais coisas de criança.

Aliás, os pro players, como são chamados os profissionais de esports, carregam consigo o peso de grandes contratos, a responsabilidade de ter uma alta performance nas competições, e a cobrança da grande comunidade gamer, que acompanha cada disputa tal como os aficionados por futebol acompanham seus times do coração.

gaming house da equipe Pain Gaming
Fonte: Twitter/@paiNGamingBR.

Além disso, há uma legião de clientes de casas de apostas que gostam de apostar em esports e apostam muito alto na categoria. Logo, o desempenho de um jogador e/ou da equipe estão diretamente ligados ao lucro, ou ao prejuízo que estas pessoas terão. Diante deste cenário, já deu para perceber que a rotina de um jogador de esports profissional não é tão divertida quanto o trabalho sugere.

Assim como os atletas dos esportes tradicionais, os pro players também treinam pesado. São rotinas de 8 a 12 horas de treinos diários que acontecem nas gaming house, que são os centros de treinamento destes jogadores.

Por mais controvérsias que o assunto traga, eles são considerados atletas e tratados como tal. Por isso que suas rotinas são assistidas por nutricionistas, fisioterapeutas, psicólogos, massagistas e diversos profissionais da área da saúde que garantem o bem-estar físico e mental destes jovens.

O pro player pode ou não morar na gaming house, assim como acontece, por exemplo, com os jogadores de futebol. Os treinos são focados nos mais diversos tipos de habilidades que os jogos exigem e conciliar as tarefas extracurriculares com suas rotinas pode ser bastante complicado, embora muitos deles consigam se organizar entre os treinos e os campeonatos para fazer cursos universitários.

As premiações dos maiores torneios de esports do mundo entregam cifras milionárias, e os atletas dos games sabem que patrocinadores e treinadores cobrarão alto rendimento de cada um deles, afinal, neste caso, o jogo está longe de ser diversão.

A brasileira paIN Gaming foi a primeira organização de esports da América Latina a ter uma gaming house para seus jogadores treinarem e cuidarem do corpo e da mente. A ideia de um espaço dedicado a eles aconteceu em 2013, e a preocupação em oferecer infra estrutura para os atletas garantiu nada menos que a conquista do CBLOL (Campeonato Brasileiro do jogo League of Legends) daquele ano.

Hoje em dia várias equipes de esports contam com tecnológicos centros de treinamento e uma equipe de profissionais dedicada para cuidar da saúde de seus atletas. A LOUD, maior organização de esports, do Brasil, adaptou uma mansão em São Paulo para se tornar a gaming house de seus pro players.

Leia também: melhores sites de apostas League of Legends no Brasil.

Por lá, os atletas precisam treinar duro e produzir horas de conteúdo para o canal da equipe no YouTube. No subsolo da mansão, há um salão de festas que, normalmente durante o fim de semana, vira point para os jogadores assistirem suas séries preferidas e, vez ou outra, improvisarem uma balada. Afinal, a rotina é pesada, mas o descanso e a diversão são obrigatórios!