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O jogador que possui mais de 15 mil horas no Counter-Strike, viralizou no Twitter neste domingo (15), enquanto utilizava um bug contra a equipe brasileira Imperial. Curiosamente, o bug era usado desde o classificatório do Major (RMR), e a organizadora do evento estava ciente sobre a falha. Veja a história completa abaixo.

O jogador Ilya “⁠m0NESY⁠” Osipov que defende a G2, foi o centro das atenções no Twitter, após surgir um clip aonde o player utiliza um bug contra a equipe Imperial. A falha que era utilizada na janela da Mirage, dava uma vantagem única ao jogador.

Ele podia ver os adversários e realizar abates, enquanto ficava camuflado atrás da smoke. Aparentemente, a utilitária utilizada para impedir a visão da janela, aliada com a smoke do próprio player, causa um efeito não comum. Essa vantagem que ajudou muito a equipe G2 contra Imperial, estaria sendo usada desde o classificatório do Major (RMR), com aprovação da PGL.

Após investigações pela a comunidade de CS:GO, foi constatado que o player também utilizou o bug contra a equipe NaVi, na estreia da equipe no PGL Major Antwerp.

O player que respondeu os questionamentos pelo Twitter, disse que pediu autorização para utilizar a smoke, e posteriormente a própria PGL publicou a nota, aonde aprova a utilização da utilitária. A comunidade não gostou da atitude da PGL, e logo tivemos notícia das equipes a respeito do caso.

O jogador da Imperial Gabriel “FalleN” Toledo, foi um dos primeiros a comentar sobre o caso. Disse que não há ressentimentos pelo o uso da smoke, mas prefere que ela seja banida no futuro. Diversos jogadores se posicionaram da mesma forma, discordando sobre a decisão imposta pela PGL.

De qualquer forma, a utilização desses bugs sempre tem como resultado as equipes se reunindo para acordar a não utilização dessas falhas, independentemente da decisão do organizador. Lembrando que não é novidade essa notícia em CS:GO.

Na DreamHack Winter de 2014, a Fnatic usou o que seria chamado de “olofboost”, aonde o jogador da Fnatic poderia alvejar o adversário e o mesmo não poderia revidar o ataque, e novamente foi feito um acordo entre os times de não usar a falha no jogo.

De qualquer forma, independentemente dos organizadores terem a decisão maior, são os próprios jogadores que fazem o Fair-Play acontecer nas partidas competitivas.