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Equipe da LOUD, com foco no cauanzin, durante a sua partida, no Champions 2023, contra a Team Liquid
Equipe da LOUD, com foco no cauanzin, durante a sua partida, no Champions 2023, contra a Team Liquid – Fonte: Reprodução/VALORANT Champions Tour

Para todos que estavam apreensivos, podem dar uma respirada. A LOUD teve a sua primeira vitória no Champions 2023, eliminando a Team Liquid. Com um placar de 2-0, a equipe brasileira teve um dia bem tranquilo. Por conta disso, eles avançam na fase de grupos e vão para a partida decisiva, contra a Natus Vincere.

LOUD x Team Liquid – LOUD mostrando porque são os campeões

Time da Liquid, se preparando para a partida contra a LOUD, pelo Champions 2023
Time da Liquid, se preparando para a partida contra a LOUD, pelo Champions 2023 – Fonte: Reprodução/VALROANT Esports Brasil

Após a derrota para a DRX, os torcedores brasileiros estava desacreditados com a LOUD. Além de terem perdido por 2-1, houve momentos onde a equipe parecia um pouco apagada. Com isso, o pesadelo de uma eliminação cedo estava sendo cogitado. E, para ajudar a preocupação, o próximo oponente era a Team Liquid.

A equipe europeia foi a campeã do EMEA, conseguindo superar a Fnatic, que vem ganhando destaque em todos os campeonatos. Mesmo que eles tivessem sido derrotados na primeira partida do Champions, ainda assim era uma equipe poderosa. Ainda mais quando se leva em consideração que as duas equipes nunca se enfrentaram e isso poderia ser um ponto a se preocupar.

Nas escolhas de mapas, os torcedores tiveram uma grande surpresa – a Ascent foi banida e pela LOUD. Isso surpreendeu muitas pessoas, uma vez que a equipe brasileira é conhecida por conta da maestria dentro do mapa – mesmo tendo perdido nele, durante a última série. Com isso, os mapas escolhidos foram os seguintes: Haven escolhida pela LOUD, Split foi a escolha da Team Liquid e tivemos a Lotus como o decisivo.

O primeiro mapa começou em uma forma bem feliz para os torcedores brasileiros. Haven é um mapa muito bem conhecido e possui uma certa força em seu lado de ataque. Isso se dá pela versatilidade de opções de entradas e rotações. Portanto, a LOUD fez uma defesa quase que perfeita. Foram dez pontos conseguidos, contra apenas dois por parte da Liquid. Ou seja, a Verduxa virou o mapa por 10-2.

Na virada de lados, a LOUD pouco precisava fazer. Além de ter que ganhar apenas três rounds, eles estavam no lado atacante. Com isso em mente, a Liquid adotou uma estratégia de jogar mais ancorada, evitando avanços desnecessários. Contudo, isso não foi o suficiente e a LOUD, com maestria, fechou o mapa rapidamente, por 13-2.

Então, chegou o segundo mapa, a Split, uma escolha por parte da Team Liquid. Logo de início, deu para entender os motivos da equipe europeia ter escolhido o mapa. Além de compreender bastante o que devia ser executado, conseguia neutralizar os ataques da LOUD. Contudo, eles não esperavam que o tuyz estaria tão letal, impactando demais dentro de jogo. Com isso, a primeira metade terminou empatada, por 6-6.

Na virada de lados, a LOUD foi para a defesa e estava com uma leitura de jogo incrível. Basicamente, o foco era deixar um jogador ancorado em um bom e espalhar os demais pelo mapa. Dessa forma, era possível avançar pelas costas e cobrir o maior número de brechas. Dessa forma, os Brasil voltou a sorrir e fechou o mapa por 13-8.

Quem receber o MVP da série foi o controlador da LOUD, o tuyz. O jovem talento fez uma das suas melhores partidas em nível internacional. Durante o segundo mapa, além de estar presente em todo o mapa, ele participou de jogadas fenomenais. Sua Pontuação Média de Combate foi de 215 pontos, ficando atrás do Less, mas o seu impacto foi bem mais presente.